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3 Agosto, 2017
Mercado das bebidas espirituosas vale 700 milhões mas está a cair

Portugueses estão a beber mais e o turismo ajuda ao consumo, mas as empresas do setor queixam-se da excessiva carga fiscal.

Todos os anos, a produção de bebidas espirituosas em Portugal gera um volume de vendas entre os 60 e os 70 milhões de euros. Mas os valores da indústria como um todo ascendem a quase 700 milhões no território nacional. Os dados foram fornecidos pela Associação Nacional de Empresas de Bebidas Espirituosas (ANEBE) ao DN/Dinheiro Vivo e dizem respeito a um estudo encomendado à EY Portugal, neste ano. O mesmo estudo, no entanto, revela que o valor global deste mercado já foi maior e vai continuar a cair até 2018. Desde 2013 que as vendas estão em queda, ano em que valiam quase 800 milhões de euros.

O presidente da ANEBE, Daniel Redondo, da empresa Licor Beirão, aponta o dedo ao aumento da carga fiscal, que diz representar atualmente mais de metade (53%) do custo de uma garrafa de bebida alcoólica, considerando o IVA e o IABA (imposto sobre o álcool e as bebidas alcoólicas). Este, avança a associação, aumentou cerca de 26% desde 2011.

Estima-se que a indústria das bebidas espirituosas entregue anualmente perto de 50 milhões de euros aos cofres do Estado em IVA, “apenas nas aquisições de bens e serviços ao longo da cadeia de produção e distribuição”, contribuindo para a geração de 40 milhões de euros em receitas de IRC, conclui a análise da EY.

in diariodenoticias.pt

3 Agosto, 2017
Mercado das bebidas espirituosas em queda apesar do elevado consumo

Portugueses estão a beber mais e o turismo ajuda ao consumo, mas as empresas do setor queixam-se da excessiva carga fiscal.

Todos os anos, a produção de bebidas espirituosas em Portugal gera um volume de vendas entre os 60 e os 70 milhões de euros. Mas os valores da indústria como um todo ascendem a quase 700 milhões no território nacional. Os dados foram fornecidos pela Associação Nacional de Empresas de Bebidas Espirituosas (ANEBE) ao Dinheiro Vivo e dizem respeito a um estudo encomendado à EY Portugal, este ano. O mesmo estudo, no entanto, revela que o valor global deste mercado já foi maior e vai continuar a cair até 2018. Desde 2013 que as vendas estão em queda, ano em que valiam quase 800 milhões de euros (ver gráfico).

O presidente da ANEBE, Daniel Redondo, da empresa Licor Beirão, aponta o dedo ao aumento da carga fiscal, que diz representar atualmente mais de metade (53%) do custo de uma garrafa de bebida alcoólica, considerando o IVA e o IABA (Imposto sobre o álcool e as bebidas alcoólicas). Este, avança a associação, aumentou cerca de 26% desde 2011. Estima-se que a indústria das bebidas espirituosas entregue anualmente perto de 50 milhões de euros aos cofres do Estado em IVA, “apenas nas aquisições de bens e serviços ao longo da cadeia de produção e distribuição”, contribuindo para a geração de 40 milhões de euros em receitas de IRC, conclui a análise da EY.

Apesar da contração do setor nos últimos anos, a indústria das bebidas espirituosas – que emprega direta e indiretamente quase 6 000 pessoas -, também tem contribuído para o aumento das exportações portuguesas. O estudo considera que a indústria tem “um forte músculo exportador”. No conjunto, vende para o exterior perto de 50 milhões de euros anuais. Desde 2010, com exceção do ano 2013, em que se registou uma pequena quebra, que o valor exportado está a subir. Em 2016, no entanto, verificou-se uma desaceleração do crescimento em relação aos dois anos anteriores. Portugal produz licores, brandy, bagaceira, rum, ginja e gin. Mas também há empresas que importam outro tipo de bebidas espirituosas e que depois exportam para mercados como o angolano e espanhol. A produção nacional tem uma fatia de 35% do mercado interno, e 80% das empresas com atividade no setor são pequenas e médias empresas. O estudo destaca também o papel desta indústria no turismo e restauração. “Desde logo pelo relevante valor da margem que as bebidas destiladas oferecem aos operadores económicos, nomeadamente restaurantes, bares e discotecas”. O setor das bebidas espirituosas contribuiu, segundo a consultora, para a criação ou manutenção de um total de 21 275 empregos em restaurantes, bares e discotecas, através dos quais são realizadas mais de metade das vendas (58%). A comercialização nos super e hipermercados não passa dos 17,5%.

in dinheirovivo.pt de 24-07-17

5 Julho, 2017
Associação espera que impostos nas bebidas espirituosas estabilizem

O presidente da direção da Associação Nacional de Empresas de Bebidas Espirituosas (ANEBE), Daniel Redondo, disse à Lusa esperar que os impostos sobre este segmento estabilizem, já que não tem expectativas de descida.

“Acho que politicamente não haverá descida [do imposto sobre as bebidas espirituosas]”, embora no caso do IVA na restauração tenha sido “dado um passo atrás”, afirmou Daniel Redondo, defendendo que se não descer, “pelo menos que estabilize”.

“O setor como um todo está com grandes problemas de decréscimo do volume”, apontando como uma das causas “o aumento de impostos comportado nos últimos de quatro anos, de cerca de 25%”.

Nos últimos anos houve “um agravamento tremendo” dos impostos sobre as bebidas espirituosas, que têm um “papel importante na oferta turística do país”, acrescentou o presidente da ANEBE, que comentava o estudo sobre esta indústria em Portugal elaborado pela EY denominado “Contributo para a análise do impacto económico e da fiscalidade do setor”.

Segundo o estudo, “a indústria das bebidas espirituosas contribui para a balança comercial gerando, em simultâneo, um encaixe significativo em sede de receitas fiscais, entre IABA [Imposto sobre o Álcool e as Bebidas Alcoólicas] e IVA”.

De acordo com Daniel Redondo, a subida de impostos também teve um impacto nas receitas fiscais.

Em termos diretos, “resultou numa diminuição para o Estado da receita no IABA”. Mas também houve impactos em termos indiretos, “porque como as empresas do setor estão pior, passam a pagar menos impostos”, explicou.

Para o responsável, “não haver aumento de impostos até melhora o resultado para o Estado”, dando como exemplo o caso da Alemanha, cuja tributação “é inferior à de Portugal, o que não acontecia há cinco anos”.

Sobre a internacionalização das empresas do setor, o responsável explicou que “todas as marcas precisam de solidez no seu mercado base” para poderem avançar para outros mercados.

Ora, se as empresas “estão em dificuldades no seu mercado base” – neste caso Portugal -, terão dificuldade “em apostar na internacionalização”, afirmou, salientando que as bebidas espirituosas fazem “também parte da oferta turística”, pelo que, “se se agrava o setor, também se reduz a mesma”.

Em termos positivos, destacou a “inovação e a dinâmica” do setor, nomeadamente na área de gins, que “trouxe novos produtores para o mercado”.

Segundo o contributo da EY, “o setor de produção de bebidas espirituosas é responsável por um valor de vendas entre os 60 e os 70 milhões de euros por ano, mais concretamente e para os últimos dados disponíveis com referência a 2015: 61.173.170 milhões de euros, apenas no que respeita à atividade produtiva, ou seja, de fabrico desta tipologia de bebidas”.

Como um todo, a indústria gera cerca de 700 milhões de euros de vendas em Portugal.

Em termos de exportação, “no conjunto da indústria são exportados perto de 50 milhões de euros anuais”.

A indústria gera diretamente mais de 1.100 postos de trabalho em Portugal, segundo dados relativos a 2015.

 

5 Julho, 2017
Empresas criticam “fiscalidade excessiva”

Mais de metade do custo de uma garrafa alcoólica é imposto , que tem prejudicado a evolução do mercado, mesmo com o aumento do turismo .

 

As empresas portuguesas de bebidas espirituosas consideram que a carga fiscal eu incide sobre as bebidas alcoólicas é excessiva e responsável pelo declínio do mercado interno, que fica sem capacidade de crescimento.

“O mercado português está fortemente distorcido pela excessiva carga fiscal sobre esta indústria, condicionando a sua capacidade de crescimento”, afirmou o presidente da Associação Nacional de Empresas de Bebidas Espirituosas (ANEBE), Daniel Redondo, considerando que o “declínio gradual no volume deste mercado nos últimos anos” é “muito justificado pela pressão de uma tributação crescente sobre um volume em declínio, o que explica a ineficácia em termos de receitas para os cofres do Estado”.

Em declarações ao Jornal Económico, aponta que, “hoje em dia, no valor médio de uma garrafa de 70 centilitros, cerca de 53% são impostos”. Mais: “Nos últimos seis anos esta indústria viu o IEC [imposto especial sobre o consumo] aumentar mais de 30% sobre os seus produtos”.

Como termo de comparação, Redondo aponta Espanha, onde “o setor paga menos 413 euros de imposto por hectolitro [valores de 2016] do que em Portugal”.

“Temos evidência suficiente que nos comprova que esta indústria poderá ter maior impacto positivo na economia portuguesa, gerando novos empregos e maior receita fiscal, quando reajustado o peso do IABA [imposto sobre o álcool e as bebidas alcoólicas] e retirada a pressão fiscal que sufoca o seu crescimento potencial”, garante.

A produção nacional representa, atualmente, cerca de 35% do mercado, com diferenças na evolução de diferentes categorias de produtos. O gin, por exemplo, está em crescimento e, hoje, há dezenas de gins produzidos em Portugal, com exportação para mercados de todo o mundo, incluindo o próprio Reino Unido, considerado a terra do gin.

Daniel Redondo refere que o crescimento da procura turística em Portugal tem sido, também, um fator determinante para o setor das bebidas espirituosas. “Temos inúmeros produtos, destilados das nossas tradições e origens, que hoje são parte integrante da ‘mesa portuguesa’- como elemento fundamental da proposta de valor de Portugal como destino turístico”, diz, acrescentando, ainda, que há pressão para a inovação nos canais de distribuição – hotéis, cafés e restaurantes – e para a dinamização de novas tendências, “como a crescente procura da bebida de autor”.

Ao contrário do que acontece no mercado interno, as exportações têm mostrado alguma dinâmica. O presidente da ANEBE diz que “as bebidas espirituosas representam a maior exportação de produtos agroalimentares na União Europeia – cerca de 10 mil milhões de euros em 2015, representando um excedente comercial superior a 9.000 milhões de euros. Em Portugal, no ano passado, voltámos a crescer 1,6% nas exportações de bebidas espirituosas”

No sentido de aumentar o valor da incorporação nacional, a ANEBE assinou uma parceria com o programa Portugal Sou Eu, gerido pelo IAPMEI, pela CAP, AEP e AIP. “Produtos tradicionais como a ginjinha, licores, aguardentes e muitos outros que refletem a história dos costumes portugueses são o exemplo de cadeias de valor timbradas pela nossa cultura”, explica Daniel Redondo. Entre os produtos elegíveis que podem beneficiar desta parceria encontra-se, de novo, o gin.

in Jornal Económico, 28 de Abril de 2017

5 Julho, 2017
Queima das Fitas: PSP prepara operação de segurança “100% cool

A condução sob o efeito de álcool vai ser uma das principais áreas de intervenção da Polícia de Segurança Pública (PSP) durante a Queima das Fitas do Porto este ano. Através da campanha “100% cool”, a PSP vai premiar os condutores que registarem comportamentos adequados e punir aqueles que não o fizerem. A segurança rodoviária e a fiscalização na estrada continuam a ser prioridade durante o evento dos estudantes universitários.

A subcomissária da Polícia de Segurança Pública, Sílvia Caçador, do Núcleo de Operações do Porto, avançou ao JPN que “vão ser efetuadas várias operações de fiscalização envolvidas com a parte de sensibilização que serão direcionadas para a zona do Queimódromo e dos Pólos Universitários”, explicou. Naquele período, vão estar em ação diferentes unidades, cada uma vai fazer a sua operação e envolver os meios necessários ao longo da semana.

O intuito da operação é o de prevenir e dissuadir comportamentos de risco associados à condução sob o efeito de álcool. Por outro lado, a fiscalização associa-se à sensibilização e visa premiar condutores com idades compreendidas entre os 18 e os 30 anos que se façam transportar com pelo menos mais duas pessoas no carro e que, quando submetidos ao teste de alcoolémia, apresentem uma taxa de zero gramas de álcool por litro de sangue. “Os jovens são premiados com brindes ou vouchers. A adesão tem sido positiva e é sempre bom premiar quem se sabe comportar na estrada”, frisou.

A subcomissária daquele núcleo notou igualmente que “infelizmente” se verifica um elevado consumo de álcool por parte dos jovens. No entanto, há igualmente a crescente preocupação em haver um indivíduo que não consuma bebidas alcoólicas e esse geralmente é o condutor. “Além disso, a Queima das Fitas tem a duração de uma semana e, entre os próprios amigos, eles acabam por distribuir essa tarefa”, notou.

Os transportes públicos, que por esta altura aumentam o serviço prestado, são também uma opção viável. Os jovens têm à sua disposição os chamados “vaivém” que lhes proporcionam viagens gratuitas para o Queimódromo.

A operação “100% cool” surgiu no âmbito do protocolo celebrado em 2011 pela PSP com a Associação Nacional de Empresas de Bebidas Espirituosas (ANEBE). Este ano, está em curso, por todo o país, desde o mês passado e termina a 3 de junho.

Além desta operação que decorre nas imediações, a PSP conta igualmente com policiamento dentro do recinto do Queimódromo.

in Jornalismo Porto Net , 4 de Maio de 2017

5 Julho, 2017
ANEBE cria ‘alcooladora’ para ajudar os consumidores a “beber com cabeça

A Associação Nacional de Empresas de Bebidas Espirituosas (ANEBE) criou uma ‘Alcooladora’ que pretende ajudar os consumidores a estimar a taxa de álcool e a consumir bebidas alcoólicas de uma forma inteligente. Esta ferramenta estará disponível no site Bebacomcabeca.pt, um projeto da associação para consciencializar os consumidores para um consumo moderado.

Com a ‘Alcooladora’ agora lançada “é possível medir as calorias das bebidas alcoólicas ingeridas; e estimar a taxa de álcool no sangue de acordo com o contexto da refeição, tempo de consumo, peso e tipo de bebida.”

De acordo com a ANEBE, o conceito central do website são as UBP (unidades de bebida padrão), uma métrica em gramas de álcool puro que permite informar os consumidores de que independentemente do tipo de bebida alcoólica que estejam a consumir “álcool é álcool e o mais importante é saber que quantidades de álcool puro estamos a ingerir em cada bebida consumida.”

“A ANEBE vê esta iniciativa como a necessidade de ir cada vez mais ao encontro dos consumidores, de estar mais presente nos meios de informação que os consumidores procuram, permitindo que os mesmos consultem em tempo real e útil toda a informação necessária a um consumo gradualmente mais informado e mais inteligente”, conclui a associação.

in : Distribuição hoje, 30 de Maio de 2017

 

11 Abril, 2017
ANEBE junta-se ao Programa Portugal Sou Eu

Promover a produção na nacional de bebidas espirituosas é o objectivo de um acordo agora estabelecido entre a Associação Nacional de Empresas de Bebidas Espirituosas e o programa Portugal Sou Eu.

O acordo prevê a promoção do programa junto do sector, apoiando as empresas associadas no processo de adesão ao selo do programa, bem como a divulgação do valor que a actividade económica destas empresas representa a nível nacional.

“Este protocolo com o Portugal Sou Eu surge no âmbito da recente aposta da ANEBE de garantir a entrada de mais dez associados, compostos na sua totalidade por empresas nacionais, que irá permitir a união das empresas do sector e o apoio às bebidas espirituosas de produção regional, como a ginja, brandymel, medronho, bagaceira e os diversos tipos de gins”, justifica-se em nota de imprensa.

2 Março, 2017
ANEBE integra 10 Novos Membros

Nos últimos 16 anos alcançámos o respeito e a estima da sociedade portuguesa por tudo o que a ANEBE representa. Neste novo ciclo de trabalho, com a ajuda dos novos membros, consolidaremos a nossa missão e construiremos uma voz corporativa mais forte e coesa em Portugal.

BREVE APRESENTAÇÃO DOS NOVOS MEMBROS DA ANEBE

Gin Friends (Portuguese Distillery & Friends, Lda)

Dois amigos, 37 botânicas e passas de uva Touriga Nacional. Depois de 4 anos de testes à volta de alambiques artesanais, 438 botânicas experimentadas e mais de mil macerações e micro destilações o Gin Premium Friends chegou ao mercado. Habituados à cultura do vinho e da vinha, o produtor de vinhos Tiago Cabaço e o engenheiro agrónomo Luís Ferreira uniram-se para criar um gin artesanal que refletisse o carácter da viticultura portuguesa.

ADAMUS Gin & Aguardente Bagaceira (Destilaria Levira, Lda)

ADAMUS é uma marca premium de bebidas espirituosas que nasce do know-how de várias décadas de experiência da Destilaria Levira. Resultado da junção de adamas (palavra grega para diamante) e adamar (sinónimo de suavizar), ADAMUS é a palavra que se reinventa e que dá nome à marca que agora nasce. Uma vontade no sentido da democratização de bebidas tradicionais, encorpadas e com uma identidade forte e marcada e que, sob o lema “Espírito Sublime”, se pretende fazer presença assídua em restaurantes, bares ou, simplesmente, em sua casa. De identidade forte e, simultaneamente, atual, ADAMUS propõe uma diferente perspetiva sobre o universo das bebidas espirituosas. Com uma oferta que vai do Gin à Aguardente Bagaceira passando por licores de frutos, a marca introduz ideias para novas formas de consumo.

Sharish Gin (António Miguel Fialho Cuco)

É um novo gin português produzido no Alentejo que vai buscar o seu nome à vila de MONSARAZ. Utilizado durante a ocupação muçulmana, o termo árabe “sharish”, significa xara ou jara, a muito alentejana esteva (Cistus ladanifer). Assim Mont Sharish significaria Monteerguido num impenetrável brenha de estevas, originando posteriormente Monsaraz. Este gin parte de uma receita recheada de ingredientes portugueses, da MaçãBravo de Esmolfe DOP às laranjas e limões alentejanos, passando pela Lúcia-Lima fresca. Juntam-se ainda os tradicionais zimbro e semente de coentros, sendocompletada com a canela, o cravinho e um suave toque de baunilha. Todos estes ingredientes são destilados separadamente num alambique tradicional português, sendo depois submetidos a um blend final.

Limontejo (Francesco Catucci)

Limontejo é um licor de limão, produzido com a mais antiga e nobre receita do limoncello italiano. É o primeiro limoncello a ser produzido em Portugal: para torná-lo especial, foram utilizados os melhores limões naturais do Alentejo. É uma bebida doce com o sabor fresco e intenso do limão; bem gelado é um digestivo ideal mas é também delicioso para desfrutar qualquer momento em boa companhia.

Licor Dom Cristina (Gurus dos Licores, Lda)

Um dos licores de Mel mais famosos de Portugal que existe há 60 anos! Qualidade, tradição e sabor com inúmeros prémios e distinções, como a Medalha de ouro no San Francisco World Spirits Competition (2005 e 2008), a Medalha de ouro na World Spirits Award Competition na Áustria (2007), Medalha de ouro no London International Wine and Spirits Competition (2008 e 2015), ou a Medalha de ouro no The Spirits Business – Liqueurs Masters (2011).

Ginja Sem Rival & Licor Eduardino (João Manuel Lourenço Cima Herdeiros, Lda)

Fundada entre 1890-1892 pelo avô dos atuais proprietários, João Lourenço Cima, além da ginjinha, capilé, groselha e o mais famoso licor “eduardino” – em homenagem a um palhaço do Coliseu. Há cerca de dois séculos que a Ginja sem Rival adoça a boca dos lisboetas e de todos os que a visitam.

Aguardente de Medronho e Figo Sabor do Sul (Pecoliva, Lda)

A empresa possui como uma das suas atividades o fabrico das aguardentes regionais de medronho e de figo. Quanto aos frutos em si, primeiramente apresenta-se o medronho, proveniente do medronheiro (Arbutus unedo), que é uma árvore frutífera e ornamental, nativa da região Mediterrânica e Europa Ocidental, podendo ser encontradas tão a norte como no oeste da França e Irlanda. Em Portugal, pode ser encontrada por todo o país, no entanto, a maior concentração ocorre nas serras do Caldeirão e de Monchique, sendo os seus frutos normalmente usados no fabrico de compotas, licores e aguardentes.

Gin Gold Grail (Destilarias de Pinho, Lda)

A Arte Alquímica da destilação, uma forma de Química e Filosofia especulativa praticada na Idade Média, tinha como preocupação principal a descoberta de métodos para transmutar uma substância comum numa substância de grande valor, com o intuito de encontrar um solvente universal um elixir da vida. O Gold Grail Gin nasce da vontade de transformar elementos simples num conjunto de elementos de grande valor, tornando-o assim num “graal universal”. O nome perfaz assim a junção entre o material mais nobre e puro para os Alquimistas, o ouro, com aquilo que mais almejavam encontrar, um “graal”. Em inglês, Gold Grail.

Gin Tinto (Decanter Primeiras Marcas, Lda)

Fundada em 2005, a Decanter é uma empresa privada e independente, situada em Valença do Minho, focada e especializada na importação, exportação e comercialização de vinhos, bebidas espirituosas e acessórios. A área de comercialização abrange todo o território continental, Espanha e Angola. Contamos com um portfólio de marcas prestigiadas entre asno mercado e somos importadores exclusivos de algumas OUTRAS marcas.

G’ Vine (Maison Villevert/Renaissance Spirits)

Combinando o património da região de Charente, a atitude avant-garde de Paris e o chique sem esforço do sudoeste, GVine Gin de France encarna a criatividade e alegria de viver da França moderna. Uma celebração do não convencional, que inspira aqueles que vivem a vida de forma criativa e um resultado da paixão de um homem para olhar para o mundo de forma diferente.

17 Dezembro, 2016
É essencial promover exportação
 de bebidas espirituosas

Daniel Redondo, é o novo presidente da direção da Associação Nacional de Empresas de Bebidas Espirituosas (ANEBE). Daniel Redondo foi eleito para cumprir um mandato que durará até 2018. Entre as suas prioridades estão “unir o sector das bebidas espirituosas no país e promover a sua capacidade exportadora”.

Licenciou-se em Economia pela Universidade de Coimbra e especializou-se mais tarde em Gestão Internacional, mas foi na empresa da família que fez carreira. Na firma que produz o Licor Beirão fez de tudo um pouco até se tornar diretor-geral em 2011. “Comecei com tarefas pontuais a partir dos dez anos, nas férias escolares, mas ao longo do tempo fiz todo o tipo de tarefas na fábrica, desde a rotulagem manual à elaboração de materiais promocionais (réguas e cartazes) que eram produzidos internamente”, recorda.

Já adulto, entrou na empresa com funções de apoio à gestão, tornando-se posteriormente gestor da marca Licor Beirão. Em 2003 assume o primeiro cargo de direção da sua carreira, como diretor de Marketing e Vendas da empresa liderando o processo de renovação da marca Licor Beirão. Nove anos mais tarde chega a diretor-geral da empresa. No novo cargo, Daniel Redondo assume como prioridade “alertar para a rigidez verificada no crescimento de impostos especiais de consumo que tem levado a decréscimos sucessivos da receita por parte do Estado e com elevados danos para o sector em Portugal”.

Criada em setembro de 2000, a ANEBE congrega as principais empresas de bebidas espirituosas em Portugal. O combate aos problemas de carácter social relacionados com o consumo excessivo ou inadequado de bebidas alcoólicas, a assessoria à criação de leis e regulamentos aplicáveis ao sector e o apoio às autoridades competentes no sentido de travar a ilegalidade, a fraude e evasão fiscais e a concorrência desleal são os principais objetivos da ANEBE e o principal foco de Daniel Redondo nos próximos dois anos.

O novo presidente confirma que foi “a necessidade de unir e fortalecer o sector das bebidas espirituosas em Portugal e fomentar a capacidade exportadora da indústria aproveitando o facto de ser o produto alimentar mais exportado da Europa” a ditar a sua decisão de avançar para a presidência da ANEBE.

16 Dezembro, 2016
Anebe e turismo de Portugal celebram Protocolo

A ANEBE e o Turismo de Portugal renovaram a parceria-programa “Servir bem, beber melhor”, que assinala a colaboração entre as duas entidades para a formação de profissionais de hotelaria e restauração no serviço responsável de álcool.

O projecto “Servir bem, beber melhor” conta já um ano de existência e marca um salto qualitativo na forma como os profissionais da hotelaria e restauração servem bebidas álcool, aliando o saber profissional ao dever pedagógico.

Para atingir este objectivo, as duas entidades participaram na criação de um Guia de Formador e um Guia do Formando. Esta documentação serviu de base para a formação de formadores, estudantes e profissionais do sector. Os três cursos especializados abrangeram 705 alunos ao longo do último ano lectivo.

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